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Postado por Selma Arau No comments

Aprender a se amar e se colocar em primeiro lugar é o primeiro passo para quem está a procura de um relacionamento.

Pouco se fala sobre a importância de estar bem consigo mesmo. E, ao contrário do que muitos pensam, ter amor-próprio não é ser egoísta. Quem se ama também trata os outros com mais amor e possui vínculos mais saudáveis.

Ter amor-próprio é fundamental para manter um relacionamento amoroso harmonioso e saudável. Isso porque uma pessoa que sabe reconhecer e admirar suas próprias qualidades não se abala tão facilmente com a falta de segurança, ciúmes ou possíveis críticas do parceiro.

Para ajudar, selecionamos algumas dicas que podem ajudar  a desenvolver e cultivar seu amor-próprio. Acompanhe!

Como a falta de amor-próprio pode se manifestar

Uma pessoa sem amor-próprio se relaciona de maneira menos saudável com o outro. Ela pode ser mais carente e ciumenta, além de projetar e exigir coisas que o outro não poderá suprir.

Veja algumas formas como isso se manifesta:

  • dificuldade de autoaceitação (tanto em relação à imagem quanto a sua forma de ser);
  • insegurança;
  • dificuldade em reconhecer suas qualidades e potencialidades;
  • autocobrança;
  • culpa excessiva;
  • medos acentuados;
  • busca constante de aprovação alheia.

Dicas para ter amos próprio no relacionamento

Desenvolva autoconhecimento

A falta de amor próprio está intimamente relacionada com a falta de autoconhecimento. É importante que a pessoa tenha consciência de suas características positivas e saiba lidar com seus defeitos, tentando sempre melhorá-los. Dessa maneira, é possível valorizar suas potencialidades e minimizar as próprias limitações. Afinal, como é possível se amar se você não reconhece nada de positivo em você? É nesse contexto que a falta de amor próprio vai se alimentando e prejudica os relacionamentos.

Não se afaste da sua essência

A insegurança sempre estará presente na vida dos seres humanos e, em uma relação amorosa, isso não é diferente. O grande desafio consiste justamente em conseguir driblar esse sentimento por meio da autoconfiança e da autoestima. Muitas vezes, uma pessoa apaixonada pode perder sua própria personalidade dentro da relação, e acaba se afastando da própria essência.

Abandonar a própria individualidade e deixar que a vida passe a girar em torno do outro é um dos erros mais comuns cometidos por pessoas que sofrem com falta de amor próprio. Para que uma relação seja saudável, é preciso manter seu próprio espaço, suas relações familiares, seus amigos e ter tempo para investir em seus gostos e vontades pessoais. Esses aspectos são tão importantes quanto o relacionamento em si.

Identifique crenças limitantes

A dificuldade em cultivar o amor próprio é resultado de padrões que começam a ser desenvolvidos ainda na infância. O primeiro contato que um indivíduo tem com o amor é por meio da mãe: se durante a gestação ou nos primeiros anos de sua vida, a pessoa interpretou que estava sendo rejeitada ou entendeu que não era amada por sua mãe, ela poderá crescer com dificuldades de cultivar o amor próprio — um problema que se refletirá em seus relacionamentos na vida adulta.

Identificar o que gerou esta crença negativa é fundamental para fazer uma reavaliação e perceber se ela realmente faz sentido. Ter entendimento da sua própria história de vida e conhecer a história da sua família são eficientes formas de curar essa dor e ressignificar possíveis interpretações de rejeição e falta de amor que estão registradas no seu inconsciente.


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Sou escritora, com publicações na Europa, Colunista, Life Coach e Consultora de Relacionamento, Sexualidade, Carreira, Palestrante para empresas, universo feminino e casais. Sou ainda orientadora Sexual formada pelo Cesex – filiado a WAS (World Association Sexology), tenho Formação Internacional em Análise Bioenergética (in training).